quinta-feira, 26 de maio de 2011

CALENDÁRIO DE EVENTOS

*EVENTO DA GRADUADA BICUDA DIA 24 DE JULHO 2011

  LOCAL AINDA A CONFIRMAR

* ENCERRAMENTO PROJETO MAIS EDUCAÇÃO 2º ANO

   14/07/2011.  E.M ROTARY.


* ENCERRAMENTO PROJETO MAIS EDUCAÇÃO 2 ° ANO
  15/07/2011.   E.M AURELINA  DIAS  CAVALCANTI .


* EVENTO DE ANIVERSÁRIO DO GRUPO DIA 22 /08/2011

  SEGUNDA FEIRA NO CENTRO DE TREINAMENTO N´GOLO BRASIL.


* EVENTO DA MESTRANDA KODAK DIA 27/11 OU 04/12/2011 DATA AINDA A CONFIRMAR.


  RODA DE ENCERRAMENTO DO ANO 19 DE DEZEMBRO 2011.












segunda-feira, 23 de maio de 2011

BOAS VINDAS

MESTRANDO WOLVERINE E SEU ALUNO SOMBRA
GOSTARIA DE COMUNICAR  AOS  AMIGOS E ALUNOS A  ENTRADA  NO GRUPO DO MESTRANDO WOLVERINE . SEJA BEM VINDO  QUERIDO AMIGO E ALUNOS , AO CENTRO INTEGRADO DE CAPOEIRA N´GOLO BRASIL ...QUE NOSSA BANDEIRA N´GOLO  SE ESPALHE PELO BRASIL E PELO  MUNDO !
 

Leis pertinentes à Capoeira



Apresentação


Aqui você encontra um pequeno resumo sobre as Leis que regulamentam as atividades esportivas em geral e a capoeira em particular.


I - INTRODUÇÃO


Encontramos no Brasil, uma série de legislações às quais estão relacionadas a prática da Capoeira, direta ou indiretamente.


Antes de tudo, se torna é necessário posicioná-la dentro do quadro social e por seus modos de fazer, ou seja, enquanto esporte ou desporto.


Genericamente, concebemos por ESPORTE, qualquer tipo de atividade física, praticada eminentemente como lazer. No caso da Capoeira, sua prática esportiva ocorre nas rodas de rua, parques e logradouros públicos, não envolvendo ensino e organização sistematizada. Há que se enfatizar que, e em se tratando de um espaço público, também está afeta a prévia autorização, através de Alvarás cedidos pelas Prefeituras locais.


Por outro lado se concebe como DESPORTO, toda atividade física, praticada com regras universais e entidade de direção. Nesta situação estarão implicadas todas as entidades que desenvolvam ensino e organização sistematizada, critérios de reconhecimento de instrutores, níveis de alunos, uniformes, graduações, independentemente de participarem ou não de competições.


Sua prática competitiva implicará em uma outra situação denominada DESPORTO DE ALTO RENDIMENTO.


Na Capoeira, assim como no futebol e em outras modalidades, encontramos o Esporte (pelada), o Desporto (escola) e o Desporto de Alto Rendimento.






II CAPOEIRA ESPORTE OU CAPOEIRA CULTURA ?


Não existe diferença.


Acontece ao mesmo tempo.


Existe algo mais cultural no Brasil que o futebol ?


O desfile das Escolas de Samba não é uma competição desportiva ?


Capoeira é Cultura, Esporte, Dança, Luta, Mística e Jogo.


A Capoeira explicada é uma Capoeira fragmentada. Não existe.


É como separar os dedos de uma mão ...


... Fora da mão estão mortos.


... Sem um dos dedos é deficiente.


O Centro de Cultura Física e Luta Regional de Mestre Bimba, fundada em 09/07/37, foi a segunda Escola Técnica de Educação Física do Brasil e um de seus maiores méritos foi obter um "registro" para sua entidade.


A Escola de Mestre Pastinha tinha a denominação de Centro Esportivo Capoeira Angola.


O Estatuto da referido Centro, fundado em 01/10/52, que se assemelha em muito o das Federações Estaduais, previa "superintender a Capoeira em todo Estado da Bahia ... sob a condição de filiação". Além disto ainda rezava o "intercâmbio com todas as entidades esportivas do país", dando inclusive aos sócios, "a gratificação equitativa de acordo com o produto da competição em que atuar por deliberação da Diretora".


Outra importante entidade foi o Centro Esportivo da Capoeira Angola Dois de Julho, de Mestre Cobrinha Verde, discípulo de Besouro Mangangá.


III - O REAPROVEITAMENTO DA CAPOEIRA COMO DESPORTO:


Desde 1886, vários autores passaram a observar os valores desportivos da Capoeira e seu reaproveitamento como um desporto. Entre eles se destacam Plácido de Abreu, Coelho Neto, Raul Pederneiras, Annibal Burlamaqui (Zuma) e Inezil Pena Marinho.






IV - RECONHECIMENTOS OFICIAIS DA CAPOEIRA ENQUANTO ESPORTE:


A Capoeira foi reconhecida como prática desportiva pela primeira vez como "LUTA BRASILEIRA (CAPOEIRAGEM)," pela Lei Federal 3.199 de 14/04/41, onde foi criado o Departamento Nacional de Capoeira junto à Confederação Brasileira de Pugilismo.


Novamente, em abril de 1953, foi reconhecida como Desporto pela Deliberação 071 do Conselho Nacional de Desporto.


Outro reconhecimento ocorreria em 26/12/72 por uma sessão do CND, cuja ata foi lavrada em 16/01/73.


Em fevereiro de 1995, a Capoeira foi definitivamente reconhecida como DESPORTO DE ALTO RENDIMENTO e inserida no seleto rol das entidades que integram o Comitê Olímpico Brasileiro - COB.


Diversas outras Leis Federais sucederam a 3.199, sendo as mais recentes a Lei 6.251 de 08/10/75, a Lei 8.672 de 06/07/93 (Lei Zico) a qual foi substituída pela Lei Federal 9.615 de 24/03/98 (Lei Pelé) e seu Regulamento estabelecido pelo Decreto Federal 2.574 de 29/04/98, a cujos textos nos ateremos mais detalhadamente.


"A pratica desportiva formal é regulada por normas nacionais e internacionais e pelas regras de prática desportiva de cada modalidade, aceitas pelas respectivas entidades nacionais de administração do desporto";


OBS.: - A única entidade nacional de administração do desporto é a CBC.


Artigo 4°, Item IV e Pars. 1° e 2°:


"O sistema Brasileiro do Desporto compreende... O sistema nacional do desporto, os sistemas de desportos dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, organizados de forma autônoma e em regime de colaboração, integrados por vínculos de natureza técnica específicos de cada modalidade desportiva. ... O Sistema Brasileiro de Desporto tem por objetivo garantir a prática desportiva regular e melhorar-lhe o padrão de qualidade. ... A organização desportiva do país, fundada na liberdade de associação, integra o patrimônio cultural brasileiro e é considerada de elevado interesse social".


Artigo 7° Item II:


"Os recursos do Indesp terão a seguinte destinação...para as competições brasileiras dos desportos de criação nacional"






Artigo 14:


"O Comitê Olímpico Brasileiro, o Comitê Paraolímpico Brasileiro e as entidades nacionais de administração que lhe são filiadas os vinculadas, constituem subsistema específico do Sistema Nacional de Desporto, ao qual se aplicará a prioridade no inciso II do Artigo 217 da Constituição Federal, desde que seus estatutos sigam integralmente a Constituição e as Leis vigentes no País" (desporto escolar e desporto de alto rendimento)".


Artigo 20 e parágrafo 2°:


"As entidades de prática desportiva participantes de competições do sistema Nacional, poderão organizar Ligas Regionais ou Nacionais. ... As entidades de prática desportiva que fundarem Ligas Regionais ou Nacionais comunicarão a criação destas às entidades nacionais de administração do desporto ".


OBS.: A Lei Pelé só prevê a existência de Ligas Regionais ou Nacionais. Não existe na Lei Federal a situação de uma Liga Estadual nem de outras Confederações.


F- Artigo 88:


"Os árbitros e auxiliares de arbitragem poderão constituir entidades nacionais e estaduais , por modalidade desportiva ou grupo de modalidade, objetivando o


recrutamento, a formação e a prestação de serviços às entidades nacionais de administração do desporto".


OBS.: Foi fundada no dia 06/06/99 a ABAC.


Parágrafo 3° do Artigo 5 do Decreto 2.574:


"É admitido em cada Sistema de Desporto, a constituição de subsistemas para segmentos da sociedade, com finalidade e organização específicas, mantidas a unidade e a coerência do sistema em que se inserirem".


OBS.: Não importam quantas entidades houver. Todas deverão estar dentro do regulamento nacional da modalidade.






H- Lei 9.696 de 01/09/98 - Conselho Federal de Educação Física:


A partir do dia 01/09/98 a Capoeira passou a ser enquadrada na Lei 9.696 que regulamenta a Profissão de Professor de Educação Física. Esta lei determina que qualquer atividade pertinente às atividades físicas, esportivas ou gímnicas. " Apenas serão inscritos nos quadros dos Conselhos Regionais ... os que forem possuidores de diplomas obtido em curso de Educação Física. ... Os que até a data do início da vigência desta Lei, tenham comprovadamente exercido atividades próprias dos profissionais de Educação Física, nos termos a serem estabelecidos pelo Conselho Federal de Educação Física".


Consequentemente, por esta Lei a pratica do ensino da Capoeira passa a ser regulamentada da mesma forma que as profissões de Advogado, Médico, Fisioterapeuta e Dentista entre outras, podendo os não enquadrados responder por exercício ilegal de profissão, o que está previsto pelos seguintes Artigos da Constituição Federal:.


- Artigo 5° Item XIII:


"é livre o exercício profissional de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a Lei estabelecer".


Artigo 8° Item I: "é livre a associação profissional ou sindical, observado o registro no órgão competente".


Artigo 22 Item XVI: "compete privativamente à União legislar sobre a organização do sistema nacional de emprego e condições para o exercício de profissões".


Artigo 170 Parágrafo Único: "É assegurado a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica, independentemente de autorização de órgãos públicos, salvo nos casos previstos em Lei".


Artigo 217 Item IV da Constituição Federal:


"É dever do Estado fomentar as práticas do desporto formal e não formal como direito de cada um, observado: ... a proteção e o incentivo aos desportos de criação nacional".


OBS.: Por proteção governamental, conforme dicionário Aurélio, temos: resguardar, amparar, livrar do mal, socorrer, ter a seu cuidado. Em outras palavras, fazer cumprir a Lei.






Os Mandamentos da Capoeira





Respeitar o Mestre e guardar disciplina durante os treinos.


Manter vigilância permanente em todos e em todo o ambiente.


Não perder de vista os movimentos do parceiro.


Manter a calma em todas as situações.


Cuidar da segurança dos companheiros de treino. Zelar pela higiene do ambiente de treino.


Não usar os conhecimentos adquiridos em brincadeiras ou agressões.


Obedecer ao comando do berimbau durante a prática da capoeira.


Obedecer às instruções do Mestre durante os treinos.


Praticar diariamente todos os movimentos.


Não se afastar do parceiro.


Não esperar tempo ruim!


MESTRANDA KODAK

quarta-feira, 18 de maio de 2011

COMUNICADO

QUERIDOS AMIGOS CAPOERISTA VENHO POR  MEIO DESTA TRAZER O COMUNICADO DE  DESLIGAMENTO  DO CENTRO INTEGRADO DE CAPOEIRA N´GOLO BRASIL . SEGUE ABAIXO  LISTA:


 ALUNOS FORMADOS

 CABELO  ( HELTON)
 RAPOSA (VINCIUS)
GRADUADO TECO (JONATHAS)

  INSTRUTOR  HÉLIO .


   ATENCIOSAMENTE
 MESTRANDA KODAK

 

terça-feira, 17 de maio de 2011

GRUPO SENZALA DE LUTO > VAI COM DEUS MESTRE PEIXINHO

 HOJE  O RIO DE JANEIRO  ESTÁ DE LUTO ! MORRE HOJE DIA 16/05 /2011  MESTRE PEIXINHO DO GRUPO SENZALA DE CAPOEIRA .  ENTERRO SERÁ  AS   10:00h   NESTA QUARTA FEIRA NO CEMITÉRIO DE SÃO JOÃO BATISTA EM BOTAFOGO !

TEXTO CARINHOSO AO AMIGO !

Perdemos no plano físico um dos maiores nomes da capoeira do planeta, o Pequeno grande mestre Peixinho partiu para os braços do todo poderoso




Vai em paz Mestre Peixinho muito aprendemos com seus



ensinamento, tamanho foi à honra de tocar ao seu lado e jogar com



Você, os berimbaus não mais irão tocar alegremente como sempre tocaram, os



Atabaques e pandeiros não mais darão seus sons límpidos como sempre o



fizeram e sim reproduzirão o seu rufar choroso sentindo a falta do seu



jogo manhoso, a meia lua maldosa porem limpa e leal. Vai vadiar com



Mestre Bimba, Pastinha, Gigante, Caiçara, Canjiquinha e muitos outros na



Sonolência e frenética melodia de mestre Waldemar e Ezequiel. Muita luz



em sua nova jornada no plano espiritual Axé Mestre Peixinho, Descanse em paz Incansável Guerreiro da Senzala!!! Ass.: Mestre Mao Branca


UM BREVE HISTÓRICO DO MESTRE
Mestre Peixinho nasceu em Vitória, Espírito Santo, em 1947. Iniciou a capoeira em 1964, entrando para o grupo que veio a ser denominado Grupo Senzala, em 1965, sendo um de seus fundadores. Participou do torneio Berimbau de Ouro em 1967, 1968 e 1969. Ministrou aulas de capoeira na UFRJ de 1973 a 1980, na UERJ de 1979 a 1983. Participou de exibições e shows no teatro Municipal (1971) e Sala Cecília Meireles (1969), Festival Internacional na Ilha de Reunion (1977), Projeto Brasil em Preto e Branco, durante seis meses na Europa, em 1987, organizador dos primeiros encontros europeus de capoeira a partir de 1987 e dos Encontros Escandinavos de Capoeira, a partir de 1990. Atualmente Mestre Peixinho coordena um extenso grupo de professores que ensinam em diversas cidades brasileiras, européias e americanas do norte.



domingo, 15 de maio de 2011

Escravidão no Brasil...A história da escravidão no Brasil, escravidão negra africana no Brasil Colônia, tráfico de escravos, os navios negreiros, trabalho escravo nos engenhos e nas minas de ouro, os castigos, as revoltas, os quilombos, carta de alforria, fim da escravidão, Lei do Ventre Livre, Lei dos Sexagenários, Lei Áurea, Abolição da escravatura.





Os porões de um navio negreiro.
                                       
História da Escravidão: Introdução

     Ao falarmos em escravidão, é difícil não pensar nos portugueses, espanhóis e ingleses que superlotavam os porões de seus navios de negros africanos, colocando-os a venda de forma desumana e cruel por toda a região da América.

    Sobre este tema, é difícil não nos lembrarmos dos capitães-de-mato que perseguiam os negros que haviam fugido no Brasil, dos Palmares, da Guerra de Secessão dos Estados Unidos, da dedicação e idéias defendidas pelos abolicionistas, e de muitos outros fatos ligados a este assunto.

    Apesar de todas estas citações, a escravidão é bem mais antiga do que o tráfico do povo africano. Ela vem desde os primórdios de nossa história, quando os povos vencidos em batalhas eram escravizados por seus conquistadores. Podemos citar como exemplo os hebreus, que foram vendidos como escravos desde os começos da História.

      Muitas civilizações usaram e dependeram do trabalho escravo para a execução de tarefas mais pesadas e rudimentares. Grécia e Roma foi uma delas, estas detinham um grande número de escravos; contudo, muitos de seus escravos eram bem tratados e tiveram a chance de comprar sua liberdade.

                                                              Escravidão no Brasil.

     No Brasil, a escravidão teve início com a produção de açúcar na primeira metade do século XVI. Os portugueses traziam os negros africanos de suas colônias na África para utilizar como mão-de-obra escrava nos engenhos de açúcar do Nordeste. Os comerciantes de escravos portugueses vendiam os africanos como se fossem mercadorias aqui no Brasil. Os mais saudáveis chegavam a valer o dobro daqueles mais fracos ou velhos.

     O transporte era feito da África para o Brasil nos porões do navios negreiros. Amontoados, em condições desumanas, muitos morriam antes de chegar ao Brasil, sendo que os corpos eram lançados ao mar.

     Nas fazendas de açúcar ou nas minas de ouro (a partir do século XVIII), os escravos eram tratados da pior forma possível. Trabalhavam muito (de sol a sol), recebendo apenas trapos de roupa e uma alimentação de péssima qualidade. Passavam as noites nas senzalas (galpões escuros, úmidos e com pouca higiene) acorrentados para evitar fugas. Eram constantemente castigados fisicamente, sendo que o açoite era a punição mais comum no Brasil Colônia.

     Eram proibidos de praticar sua religião de origem africana ou de realizar suas festas e rituais africanos. Tinham que seguir a religião católica, imposta pelos senhores de engenho, adotar a língua portuguesa na comunicação. Mesmo com todas as imposições e restrições, não deixaram a cultura africana se apagar. Escondidos, realizavam seus rituais, praticavam suas festas, mantiveram suas representações artísticas e até desenvolveram uma forma de luta: a capoeira.

     As mulheres negras também sofreram muito com a escravidão, embora os senhores de engenho utilizassem esta mão-de-obra, principalmente, para trabalhos domésticos. Cozinheiras, arrumadeiras e até mesmo amas de leite foram comuns naqueles tempos da colônia.

     No Século do Ouro (XVIII) alguns escravos conseguiam comprar sua liberdade após adquirirem a carta de alforria. Juntando alguns "trocados" durante toda a vida, conseguiam tornar-se livres. Porém, as poucas oportunidades e o preconceito da sociedades acabavam fechando as portas para estas pessoas.

    O negro também reagiu à escravidão, buscando uma vida digna. Foram comuns as revoltas nas fazendas em que grupos de escravos fugiam, formando nas florestas os famosos quilombos. Estes, eram comunidades bem organizadas, onde os integrantes viviam em liberdade, através de uma organização comunitária aos moldes do que existia na África. Nos quilombos, podiam praticar sua cultura, falar sua língua e exercer seus rituais religiosos. O mais famoso foi o Quilombo de Palmares, comandado por Zumbi.

Campanha Abolicionista e a Abolição da Escravatura

    A partir da metade do século XIX a escravidão no Brasil passou a ser contestada pela Inglaterra. Interessada em ampliar seu mercado consumidor no Brasil e no mundo, o Parlamento Inglês aprovou a Lei Bill Aberdeen (1845), que proibia o tráfico de escravos, dando o poder aos ingleses de abordarem e aprisionarem navios de países que faziam esta prática.

    Em 1850, o Brasil cedeu às pressões inglesas e aprovou a Lei Eusébio de Queiróz que acabou com o tráfico negreiro. Em 28 de setembro de 1871 era aprovada a Lei do Ventre Livre que dava liberdade aos filhos de escravos nascidos a partir daquela data. E no ano de 1885 era promulgada a Lei dos Sexagenários que garantia liberdade aos escravos com mais de 60 anos de idade.

    Somente no final do século XIX é que a escravidão foi mundialmente proibida. Aqui no Brasil, sua abolição se deu em 13 de maio de 1888 com a promulgação da Lei Áurea, feita pela Princesa Isabel.

A vida dos negros após a abolição da escravidão.

    Se a lei deu a liberdade jurídica aos escravos, a realidade foi cruel com muitos deles. Sem moradia, condições econômicas e assistência do Estado, muitos negros passaram por dificuldades após a liberdade. Muitos não conseguiam empregos e sofriam preconceito e discriminação racial. A grande maioria passou a viver em habitações de péssimas condições e a sobreviver de trabalhos informais e temporários.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

A História da Abolição da Escravatura, a Lei Áurea, Movimento Abolicionista, 13 de maio, libertação dos escravos, História do Brasil, abolição dos escravos, escravidão no Brasil, os abolicionistas, escravos no Brasil, Lei do Ventre Livre, Lei dos Sexagenários, abolição da escravidão no Brasil.




                                     Princesa Isabel: assinou a Lei Áurea em 13 de maio de 1888.



Introdução

     Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.

Processo de abolição da escravatura no Brasil

     Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana.

    Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.

     A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.

    Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos.Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.



Escravidão no Brasil



     A história da escravidão no Brasil, escravidão negra africana no Brasil Colônia, tráfico de escravos, os navios negreiros, trabalho escravo nos engenhos e nas minas de ouro, os castigos, as revoltas, os quilombos, carta de alforria, fim da escravidão, Lei do Ventre Livre, Lei dos Sexagenários, Lei Áurea, Abolição da escravatura



                                                        Os porões de um navio negreiro



História da Escravidão: Introdução

    Ao falarmos em escravidão, é difícil não pensar nos portugueses, espanhóis e ingleses que superlotavam os porões de seus navios de negros africanos, colocando-os a venda de forma desumana e cruel por toda a região da América.

    Sobre este tema, é difícil não nos lembrarmos dos capitães-de-mato que perseguiam os negros que haviam fugido no Brasil, dos Palmares, da Guerra de Secessão dos Estados Unidos, da dedicação e idéias defendidas pelos abolicionistas, e de muitos outros fatos ligados a este assunto.

    Apesar de todas estas citações, a escravidão é bem mais antiga do que o tráfico do povo africano. Ela vem desde os primórdios de nossa história, quando os povos vencidos em batalhas eram escravizados por seus conquistadores. Podemos citar como exemplo os hebreus, que foram vendidos como escravos desde os começos da História.

    Muitas civilizações usaram e dependeram do trabalho escravo para a execução de tarefas mais pesadas e rudimentares. Grécia e Roma foi uma delas, estas detinham um grande número de escravos; contudo, muitos de seus escravos eram bem tratados e tiveram a chance de comprar sua liberdade.

Escravidão no Brasil

         No Brasil, a escravidão teve início com a produção de açúcar na primeira metade do século XVI. Os portugueses traziam os negros africanos de suas colônias na África para utilizar como mão-de-obra escrava nos engenhos de açúcar do Nordeste. Os comerciantes de escravos portugueses vendiam os africanos como se fossem mercadorias aqui no Brasil. Os mais saudáveis chegavam a valer o dobro daqueles mais fracos ou velhos.

      O transporte era feito da África para o Brasil nos porões do navios negreiros. Amontoados, em condições desumanas, muitos morriam antes de chegar ao Brasil, sendo que os corpos eram lançados ao mar.

                      
        Nas fazendas de açúcar ou nas minas de ouro (a partir do século XVIII), os escravos eram tratados da pior forma possível. Trabalhavam muito (de sol a sol), recebendo apenas trapos de roupa e uma alimentação de péssima qualidade. Passavam as noites nas senzalas (galpões escuros, úmidos e com pouca higiene) acorrentados para evitar fugas. Eram constantemente castigados fisicamente, sendo que o açoite era a punição mais comum no Brasil Colônia.

      Eram proibidos de praticar sua religião de origem africana ou de realizar suas festas e rituais africanos. Tinham que seguir a religião católica, imposta pelos senhores de engenho, adotar a língua portuguesa na comunicação. Mesmo com todas as imposições e restrições, não deixaram a cultura africana se apagar. Escondidos, realizavam seus rituais, praticavam suas festas, mantiveram suas representações artísticas e até desenvolveram uma forma de luta: a capoeira.

      As mulheres negras também sofreram muito com a escravidão, embora os senhores de engenho utilizassem esta mão-de-obra, principalmente, para trabalhos domésticos. Cozinheiras, arrumadeiras e até mesmo amas de leite foram comuns naqueles tempos da colônia.

     No Século do Ouro (XVIII) alguns escravos conseguiam comprar sua liberdade após adquirirem a carta de alforria. Juntando alguns "trocados" durante toda a vida, conseguiam tornar-se livres. Porém, as poucas oportunidades e o preconceito da sociedades acabavam fechando as portas para estas pessoas.

     O negro também reagiu à escravidão, buscando uma vida digna. Foram comuns as revoltas nas fazendas em que grupos de escravos fugiam, formando nas florestas os famosos quilombos. Estes, eram comunidades bem organizadas, onde os integrantes viviam em liberdade, através de uma organização comunitária aos moldes do que existia na África. Nos quilombos, podiam praticar sua cultura, falar sua língua e exercer seus rituais religiosos. O mais famoso foi o Quilombo de Palmares, comandado por Zumbi.

Campanha Abolicionista e a Abolição da Escravatura

     A partir da metade do século XIX a escravidão no Brasil passou a ser contestada pela Inglaterra. Interessada em ampliar seu mercado consumidor no Brasil e no mundo, o Parlamento Inglês aprovou a Lei Bill Aberdeen (1845), que proibia o tráfico de escravos, dando o poder aos ingleses de abordarem e aprisionarem navios de países que faziam esta prática.

     Em 1850, o Brasil cedeu às pressões inglesas e aprovou a Lei Eusébio de Queiróz que acabou com o tráfico negreiro. Em 28 de setembro de 1871 era aprovada a Lei do Ventre Livre que dava liberdade aos filhos de escravos nascidos a partir daquela data. E no ano de 1885 era promulgada a Lei dos Sexagenários que garantia liberdade aos escravos com mais de 60 anos de idade.

     Somente no final do século XIX é que a escravidão foi mundialmente proibida. Aqui no Brasil, sua abolição se deu em 13 de maio de 1888 com a promulgação da Lei Áurea, feita pela Princesa Isabel.

A vida dos negros após a abolição da escravidão

      Se a lei deu a liberdade jurídica aos escravos, a realidade foi cruel com muitos deles. Sem moradia, condições econômicas e assistência do Estado, muitos negros passaram por dificuldades após a liberdade. Muitos não conseguiam empregos e sofriam preconceito e discriminação racial. A grande maioria passou a viver em habitações de péssimas condições e a sobreviver de trabalhos informais e temporários.






quinta-feira, 12 de maio de 2011

Abolição da Escravatura - Lei Áurea.A História da Abolição da Escravatura, a Lei Áurea, Movimento Abolicionista, 13 de maio, libertação dos escravos, História do Brasil, abolição dos escravos, escravidão no Brasil, os abolicionistas, escravos no Brasil, Lei do Ventre Livre, Lei dos Sexagenários, abolição da escravidão no Brasil

Princesa Isabel: assinou a Lei Áurea em 13 de maio de 1888



Introdução

      Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.

Processo de abolição da escravatura no Brasil

Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana.

      Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.

     A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.

     Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos.Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.



terça-feira, 10 de maio de 2011

2º ETAPA CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM HISTÓRIA DA CAPOEIRA.







       Nesse domingo dia 15 de maio de 2011 , estará acontecendo a  2º etapa  do curso de aperfeiçoamento em história da Capoeira ,que vem sendo ministrado por Mestre Machado e Mestre cobrinha , no Sesc de são gonçalo às 10:00 .O curso  tem o objetivo geral  de encentivar o reconhecimento  das influências culturais  deixadas pelos negros africanos  no brasil . A  procura foi muito grande ,pois  é gratuito , contando com presença de muitos capoeiristas de são gonçalo e niterói , pena as inscrições terem sido encerradas ; o curso além de ser de suma importância, apos todas as etapa  o Mestre Machado ,fará entrega do certificado a todos . Parabéns Mestre Machado pela iniciativa  de informar e educar  os capoeiras de são gonçalo  dentre outros ... Após o curso sempre rola aquela roda maravilhosa  axé a todos !

EU E MESTRE CESÁR DANÇANDO




BAGUNÇA APOS A RODA

EU/ PROFºTOPEIRA E MESTRE  COBRINHA  NO BERIMBAU


terça-feira, 3 de maio de 2011

NOTA DE FALECIMENTO

VENHO POR MEIO DESTA , COMUNICAR A TODOS CAPOEIRISTAS  DO BRASIL  E  DO MUNDO O FALECIMENTO .. FICA AQUI O MEU  SINCERO CARINHO  A FAMÍLIA DO MESTRE E AOS AMIGOS MAIS PROXIMOS...  VAI COM  DEUS MESTRE ... 





MESTRE ARTHUR EMÍDIO





Morreu um grande mestre de capoeira!









HOJE, 02 DE MAIO DE 2011,as 23:45 , O RIO DE JANEIRO PERDE SEU GRÃO MESTRE MAIOR, MESTRE ARTUR EMÍDIO FEZ SUA PASSAGEM E DEIXA SAUDADES EM TODO O RIO DE JANEIRO. VAI PARA DEUS MESTRE! BOM RETORNO. NOSSO AXÉ!










Mestre Artur Emídio  era uma  lenda viva da Capoeira, arte que conheceu em todas as suas dimensões. Foi aluno de mestre Paizinho, outro personagem lendário da região de Ilhéus e Itabuna. Estabeleceu-se no Rio de Janeiro, onde ajudou a introduzir a Capoeira e conheceu grande sucesso. Considerado o Mestre dos Mestres do Rio de Janeiro.

Nome: Artur Emídio Sobrenome: De OliveiraData de Nascimento: 31/03/1930 Cidade: Itabuna (BA) - BrasilNaturalidade: BrasileiroGrupo de Capoeira: Escola de Capoeira Artur EmídioGráu: Cordel Branco (Grã Mestre)Tempo de Capoeira: 69 anos.

Artur Emídio de Oliveira nasceu em Itabuna, sul da Bahia, em 31 de março de 1930.Morava com os pais, fazendeiros, numa casa modesta da então "Rua Direita", no bairro do Pontalzinho.Começou a praticar a Capoeira quando tinha apenas sete anos, com Mestre Paizinho, Teodoro Ramos, discípulo do Mestre Neném, de origem africana. Paizinho às seis horas da manhã ia diariamente acordá-lo para treinar. O Mestre conta sobre essa época: "a prática da Capoeira era proibida. Treinava-se no alto dos morros, nas vielas, à
noite e sempre escondido. Muitas foram as vezes que o meu Mestre foi preso. Mas no dia seguinte a fiança era paga, e ele saía. E, de noite, voltava a ensinar Capoeira, praticada por amor! É ... naquele tempo era assim: bastava gingar. Gingou ia preso! Mas já a praticavam comerciantes, estudantes, universitários, gente pobre e gente rica!"Quando completou 15 anos de idade seu mestre faleceu.Mestre Paizinho foi uma figura misterioza sobre a qual se criaram diversas histórias, inclusive sobre sua morte. Segundo Artur Emídio, ele morreu de "morte morrida", atacado por meningite, mas até hoje há quem se refira à sua morte "heróica". Há quem conte, que nas noites enluaradas de Itabuna e Ilhéus, que ele tentou voar do alto de um coqueiro utilizando folhas de palmeiras como asas, como fez Ícaro na Grécia Antiga. A experiência terminou na sua queda e morte.Ainda adolescente, Artur Emídio deliciava platéias de circos e parques de diversões de Itabuna com programas de "luta livre", que se constituíam em demonstrações de habilidade nas artes marciais ainda pouca conhecidas e, principalmente, na arte da Capoeira.Com 23 anos (1953) sai de Itabuna para São Paulo, a fim de lutar contra Edgar Duro, lutador de Luta Livre. E sagra-se vencedor!Em 1954 vai ao Rio de Janeiro para lutar contra Hélio Gracie, lutador de Jiu-Jitsu. E o empate é o resultado da luta!O Mestre Artur Emídio é o precursor da Capoeira do Rio de Janeiro.Em 1955 se mudou para o Rio de Janeiro com sua família, naquela época segundo Mestre Artur a única capoeira que existia no Rio de Janeiro era do Mestre Sinhozinho, uma capoeira que não existia ritmo, não tinha berimbau, pandeiro, atabaque, somente tinha luta. Mestre Artur Emídio conta: "Na academia de Sinhozinho o que rolava era pancadaria e esse não era meu tipo de ensinar a capoeira".Nesta época Sinhozinho e Artur foram convidados para fazer uma apresentação de capoeira no exército, os alunos de Sinhozinho entraram de sunga metendo soco um na cara do outro, um coisa horrivél longe das raízes da capoeira, já os alunos de Artur jogaram capoeira, foi um sucesso.Nos ringues, enfrentou lutadores de primeira linha, como Rudolf Hermany, Robson Gracie, Carlos Coutinho (da Bahia), Carbono (do Rio) e Edgar Duro (de São Paulo). Enfrentou, com sucesso, alguns alunos do Mestre Bimba que cruzaram seu caminho.Seu primeiro aluno foi Djalma Bandeira, companheiro de viagens ao exterior, com quem o Mestre se aprimorava na Capoeira. Foi um dos pioneiros na difusão internacional da Capoeira, realizada através de viagens a cerca de 20 países. Exibiu-se, também, para o ex-Presidente Getúlio Vargas, em Salvador: "... quando os berimbaus pararam, o ex-Presidente levantou-se e veio cumprimentar-me: 'parabéns rapaz. Esse é um esporte verdadeiramente brasileiro! E você sabe praticá-lo!', foi o que me disse então o ex-Presidente."Foi um dos pioneiros na difusão internacional da Capoeira, realizada através de viagens a cerca de 20 países. Artur Emídio formou muitos alunos entre eles os mestres: Celso (Engenho da Rainha), Mendonça (criador dos cordéis) , Paulo Gomes (falecido, fundador da ABRACAP), Vilela.Uma artrose no joelho esquerdo o impossibilita de continuar jogando e ensinando Capoeira, Continuava  em permanente contato com o Mundo da Capoeira e proferia palestras sobre a Capoeira, seus fundamentos e sua História:
                                          Uma das frases do mestre arthur Emidio
"Mestre Bimba e Mestre Pastinha já morreram, mas eu não, quando eu puder voltarei a dar aula, tenho muita coisa para ensinar que nunca vi ninguém fazer."

                                                      31/03/1930         02/05/2011

EVENTO 2013 CICN´GOLO BRASIL MESTRANDA KODAK

ANIVERSÁRIO DE 3 ANOS CICN´GOLO BRASIL

Aniversário CICNGBRASIL 2 ANOS

CENTRO INTEGRADO DE CAPOEIRA N´GOLO BRASIL

O Centro Integrado de Capoeira N´Golo Brasil , foi fundada no dia 20 de Agosto de 2010 pela Contramestra Kodak , e apesar de ser um grupo novo, é um grupo que através de sua qualidade vem crescendo muito rapidamente. O grupo tem sua sede na cidade de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, com o principal local de treino localizado na Rua Itaocara 56, Quadra do Piu POint em frente a Universo de São Gonçalo .As cordas (graduações) são compostos pelas cores da bandeira do Brasil, o nome "N´Golo " em homenagem a danças da zebras, um luta africana oriunda de angola e o símbolo foi uma criaçao da própria Contramestra kodak.



História do nome "Centro Integrado de Capoeira N´Golo Brasil":



A Origem .



Quando pensei em emancipar da da minha ex associação , pensei em varias coisas ,mas a primeira foi em ser integra e com isso, pensando em tudo que vivi e pesquisei na capoeira não queria copiar nada , mas ser capoeira em primeiro lugar e me veio a palavra N´Golo na cabeça.

N´Golo : Na África está luta... traduzida como “Dança as Zebras”. Luta que só era praticada por guerreiros , que tinha previlégio junto as lideres das tribos e sempre preferidos pelas mulheres na hora de casarem por ser os mais fortes e sadios. Ao serem trazidos os negros angolanos passaram a usar está luta não mais pra ser divertirem ,mas para se defender das atrocidades do homem branco.

Mas como já existem alguns grupos com esse nome , sejam angola ou regional decidi, colocar a palavra integrado , para ser mas completa , integral, completo ,inteiro,integralizar, fazer parte de um todo, tornar inteiro. Então com essa palavra fiquei mas segura do que realmente quero com minha capoeira, que é fazer com que ela seja uma só o mas contemporânea possível,não importando angola ou regional. E Depois veio a palavra centro que já diz por si só, ponto eqüidistante de todos os pontos, em torno, terreiro, posição política eqüidistante da direita ou esquerda.

Não queremos ser de nenhum lado e sim o centro de tudo na Capoeira.

Capoeira: por que somos capoeiristas .

E a palavra Brasil.....vem em homenagem a nosso País e sua Bandeira , por isso nosso quadro feito com as cores da nossa bandeira ..para a homenagem ser completa .

Enfim o nome : Centro integrado de capoeira N´GOLO BRASIL .



O objetivo do grupo é dar ênfase a filosofia de que a capoeira é uma unidade, obedecendo os fundamentos, as tradições e disciplinas nela contida. E deixar em aberto o caminho da criatividade, evolução e crescimento do capoeirista nas diversas áreas onde o Centro Integrado de Capoeira N´Golo Brasil.



Centro integrado de Capoeira N´Golo Brasil oferece, como a dança, a luta, o teatro, percussão instrumental, recreação e outros. Acima de tudo o respeito mútuo, afim de preservar a integridade física e moral de nossos adeptos.

CENTRO INTEGRADO DE CAPOEIRA N´GOLO BRASIL

CENTRO INTEGRADO DE CAPOEIRA N´GOLO BRASIL
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E.M.PROFª MARLUCY SALLES DE ALMEIDA / E.M ANTONIO CARLOS JOBIM